Total de visualizações de página

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

De malas prontas

Agora estou de malas prontas.
De: Homospaiensolcadiano
obs. não foi possível fazer a correção total do texto, perdão, não sou Doutor na língua...
Para
Prezado (a) Senhor (a) Criador (a) do Universo
Solicitação Faz (prioridade Alta)
        Escrevo estas singelas e mal traçadas linhas para te dizer que já estou pronto para partir; antes de tudo, peço perdão por ter usado “Senhor” ou “Senhora”, fiquei na dúvida, então usei o “Comum de dois Gêneros”. Mas como disse estou pronto para partir; fisicamente sei que estou um pouco acima do peso, mas nada impede que pratique qualquer outra atividade para perder uns quilinhos; mentalmente, estou nessas alturas do campeonato, totalmente dependente do olcadil 4mg e da fluoxetina, mas como já percebeu, sou flexível e topo qualquer outro tipo de terapia alternativa. Na mala levo pouca coisa, o suficiente para uma vida básica, uma calça folgada e velha, um short usado por demais, pois é o que mais gosto, e três camisetas, deixo para trás as cuecas, meias, ternos e tudo mais. Ah!  Levo também uma escova de dente, pois como o preço dos tratamentos odontológicos subiram muito só me restou um dente.
        Então como vê, pode mandar me buscar, pois já cumpri o que tinha que cumprir, ou melhor, paguei o que tinha que pagar.  E por falar em pagar, paguei até demais.
Eu não sei bem como explicar como vim parar neste planeta e principalmente por que no Brasil. Alguém, não deve gostar de mim por ai neste imenso universo, mas tudo bem sou da paz e já perdoei.
        Antes de continuar a expor meus motivos, espero que o Senhor ou Senhora, não sejam como os links dos sites existentes por aqui, onde colocam um “Fale Conosco” e a gente bem que tenta e escreve, mas ninguém nunca responde. Deve ser mais uma das manobras dos moradores da terra do nunca que por aqui povoam.  Mas continuando, como te disse, estou pronto.
Já sou alfabetizado, e isto foi uma grande sacanagem que fizeram comigo (e também com muitos outros), depois que aprendi em parte a tal língua portuguesa que vive de exceções e de palavras de duplo sentido, algumas noções de outros idiomas a minha vida virou um tormento.  Não quero parecer rude ou ingrato, mas não saber ler seria mais interessante, não seria preciso  ler em nossos jornais todos os dias, coisas assim: “polícia investiga polícia” “mais uma tragédia no Brasil”, “a CPI Da....” ainda bem que não leio mais bula de remédio, estava para ficar maluco. A pior parte não é ler, é conviver com a tal da impunidade que o Senhor ou Senhora colocaram neste pedaço de terra. Ai não dá.
Vou te contar como foi o sofrido processo de minha alfabetização até hoje. 
    ...E assim tudo começou, levei uma bruta surra do meu pai para ir para escola; não queria mesmo deixar a minha casa e para aquela escola de madres, aquilo me dava um medo danado. Mas a surra foi boa, pegou legal. Abracei os livros e fui.
    Um tormento vivido na mais terna idade. Quem inventou a tal hora da fila, hora do lanche, hora do hino, hora da bandeira? Com todo respeito, mas se eu pegar o inventor de tantas horas inúteis passeando por ai, sério, dou-lhe  uns tapas .
        Vocês não sabem ainda do pior, estudar religião era a morte, para não falar no tanto de heróis da nossa história que tive que decorar o nome e os seus feitos. E depois, descobrir que era tudo mentira. Foi ai que começou o meu processo de querer mudar daqui, ainda não tomava fluoxetina, mas tinha outros baseados alternativos, ah! Era uma loucura, depois batia uma fome louca, descontrolada, mas via cada estrela, vocês nem imaginam.
        O ensino médio correu dentro de uma camisa de força, a gente não sabia se comia as coleguinhas ou se transava com os coleguinhas, e tudo era explicado por uma nova ciência do comportamento. O importante era os pais não perderem o foco na educação dos filhos. Hum, Achei o lema muito legal. Perdão te peço, mas não sei por onde foi o foco dos meus pais.
Chegou o pesadelo de cursar um curso superior, que profissão seguir? Nossa quanta pressão, quantas formulas, quantas regras, quantos teoremas. Bem, esta fase passou.
Formei, dei um duro danado. Bem, não foi tão danado assim, mas foi duro. Tempos depois, apareceu alguém (um elemento, um cidadão) e foi eleito presidente da república sem ter cursado nada, outros foram eleitos deputados, prefeitos, etc... Vai ter cargo assim no inferno. Olho para tantos anos de estudo e pergunto por que e para que? Se estou ralando até hoje, com a bolsa cheia de carnês para pagar e o pior sem previsão de aposentadoria (aquela vitalícia) e muito menos a chance de ser entrevistado por uma das inúmeras relíquias da nossa TV.
        Tenho que dizer algo que me incomoda. Por que todos que são eleitos neste país, ou já são políticos velhos de casa, quando adoecem vão se tratar num tal Hospital Sírio Libanês? 
Menino ou menina só pode ser brincadeira.  Depois vocês me respondem, pois aqui na minha vizinhança, temos como referência o Hospital de Base, entrar quase não se consegue e quando se consegue sair com vida é outra coisa. Qual é? O que eles têm de melhor que nós? Isto é discriminação.
 Discriminação, é um outro ponto que quero fazer algumas reclamações com o Senhor ou com a Senhora. Mas fica para depois. Viu, já peguei o bom hábito do brasileiro, vou enrolando, deixando para depois. Mas creia vou inspirar nos chineses e japoneses (disciplinados e metódicos) e volto à questão.
Agora voltando à educação, que inventou a tal pós-graduação? É outro que quero pegar ai ou aqui mesmo, se der tempo. E perguntar, para que tanta frescura?
 Perdão, mas vou perguntar, você fez pós-graduação? Se fez,  lamento e seja bem vindo ao time dos afluoxetinados e outras coisas mais. Acho que estava alopradão, pois não fiz apenas uma pós, fiz várias e o pior é que não apareceu um amigo de verdade para impedir tal ato de insanidade.
É o mesmo dilema de sempre, a metodologia, o rigor da pesquisa, os estrelismos de alguns orientadores. Hoje o ocaldil de 4mg é culpa do doutorado, minha última aventura por aqui.
 De conto uma nova, demorei um tempo para obter o título e tenho que esconder no Curriculum Vitae, se não, não consigo emprego, pode? Sei a resposta, aqui pode. Eita!
        Hoje, te digo, veja o que esta acontecendo por aqui. Vocês são responsáveis por esta porção de terra. Estudar, hoje é perigoso e caro. Caro, pois são poucos que vão para o time da real alfabetização e perigoso por que  tem tanta escola picareta por ai. Diplomas e títulos são vendidos pela internet e também na praça da Sé. É só ter grana.
Não sacaneia. Dá um jeito ai de cima, ajeita as coisas por aqui.  Prometo que não falo mais de educação.
Te conto mais uma novidade, não é fofoca, pois não gosto de fofoca e tenho pavor da Rede TV. Saiu de fonte segura, um amigo me contou que leu que uma pessoa que trabalha e trabalhou na política foi agraciado com o  titulo de Doutor Honoris Causa. Pronto, contei. Agora  não vou te perturbar mais com este assunto.
 Há! Só mais um comentário. Por que tanto concurso para cadastro de reserva heim? Não chega até ai os editais? Viram o preço das inscrições? Assim, não há quem se ajeite e compre uma casa de praia, reforma um apartamento, etc.  Aceito receber as respostas depois, quando já tiver por ai, passeando nas lindas clareiras cobertas de lírios e tudo mais, assim, espero.
        Senhor e Senhora, não pensem que só sei reclamar e que não conheço a grandiosa obra feita por um de vocês ou pelos dois. Reconheço, mas vou reclamar primeiro.
Bem que tento ser cristão, praticar o bom e velho cristianismo, mas têm coisas que me mata. No espiritismo, por exemplo, nos explicam que estamos em um planeta de provas e expiações, e que escolhemos viver tudo que vivemos neste mundo antes de aqui chegarmos nesta encarnação. Bonito não é? Mas então sou um burro de primeira, onde estava com a cabeça em escolher o Brasil, e escolher passar o que estou passando, isto só pode ser uma pegadinha celestial. Fica difícil acreditar e aceitar. 
Breve intervalo para uma reclamação a mais, como poderia ter escolhido viver num país, que só vive em crise, tudo que se vê e se ouve é crise: crise na saúde, na educação, na economia,,,,,, e assim vai. E é bom o Senhor ou Senhora; não se esquecerem que esta tal crise está por aqui há bem mais de quinhentos anos. Vamos lá, manera ai com a gente.
 Somos um povo “bão”, nos juntamos em qualquer tragédia, estamos unidos pelo próximo, mas não esqueçam que nos juntamos e muito para o carnaval, para o futebol.  Nossa vamos pular esta pedaço do futebol por enquanto. Vou reclamar depois.
Com relação ao carnaval vale um desabafo agora, já que estamos perto, menino ou menina, é tanta gente bonita, sarada, todos nus. É um apelo a soberania dos energéticos, ao total domínio do silicone e ao reconhecimento dos cirurgiões plásticos. Já, as músicas dos sambas são sempre compridas e históricas, algumas um saco de ouvir, vale pelo batido dos tambores e ai bicho se solta, o ritmo da Bahia é o maior refrão que já ouvi, diz assim, “aê, aê, aê, aê”. Neste grande momento não podemos esquecer a confraria dos bicheiros que patrocinam todo o espetáculo, (o maior espetáculo da Terra) mas o pior de tudo é ter ver e ouvir a apuração dos desfiles das escolas de samba, principalmente, das escolas do Rio, sendo narradas com uma criatividade nunca antes vista. “Bateria da Unidos do... NOTA DEZ”.
Quero fazer uma crítica construtiva. Primeiro este processador de texto que veio instalado neste computador é moderno, pois não acabei de pagar ainda. É um porre, fica colocando algumas palavras que escrevo sublinhadas de verde. Agora a pouco escrevi “bão” ele sublinhou. Ora, não escrevemos e falamos “bão”! (bão passado)
Senhor ou Senhora, estou pensando em colocar na mala um celular e um notebook, estava aqui pensando em como ficar sem entrar em contato com as minhas redes sociais? Será que pode?
Pensou que tinha esquecido o Futebol né? Pois é, não esqueci. Devo admitir que é um esporte popular, e têm gosto para tudo. E devemos respeitar, coisas que a tal democracia nos ensina, mas não vale para tudo, mas acredito que para o futebol venha a valer.
Eu, particularmente não gosto, não vejo nenhum sentindo ver vinte dois homens (astros, reis, príncipes, celebridades e o diabo a quatro) correndo atrás de uma bola, acho que tem mais violência que jogo. Mas Menino ou menina, analisando por detrás das entrelinhas, é uma das maneiras mais tranqüilas e rápidas de se tornar uma estrela nacional, celebridade, ídolo, títulos, e ser entrevistado por “n” loiras, algumas naturais outras químicas, tipos assim, aqui são muito valorizados. Ganhar um hino, torcida organizada e tudo mais.
E o que mais me agradou no futebol, foi a revolução que o pessoal que pratica fez na língua pátria, enxugaram o discurso, correram com as concordâncias e certos pronomes. Tudo se resume assim: “tamos numa má fase”, “vamos fazer o que professor mandou”, “o time tá unido” e assim vai. Para eles e por este ato de encolher o discurso, diante do safado discurso da pós que tudo tem que  ser explicito, tácito etc..... meus parabéns.
Tô pensando aqui se levo o notebook, ma prometo tirar algumas coisas inúteis como Excel, Power Point, assim não vão pesar tanto, considera ai. Ok.
Indignação total, Senhor ou Senhora me ensinaram na aula de religião, que o homem foi criado à (se este é “a” é craseado eu não sei, aceitei a correção automática do processador de texto) imagem e semelhança do criador do Universo. Então te pergunto, tinha mais gente ajudando o criador na hora “H” de criar e dotar o homem de inteligência criativa?  Fizeram sujeira com uma parcela da população que vinha para cá.  Quem foi o espírito de porco, se é que porco tem espírito que permitiu que se imaginasse e por fim criasse e depois virasse seriado anual da Globo o tal BBB?
Por esta indignação, os agravantes para com vocês são grandes.  Tudo bem que o primeiro programa serviu de base para algum louco ou louca que estava escrevendo alguma dissertação ou tese sobre o comportamento do homem em um ambiente fechado. Mas, diga-se ambiente extremamente confortável e com um grande incentivo, o dinheiro e a fama, não podendo em nenhum momento, fazer analogia com um estudo sobre o homem confinado nos presídios e manicômios.
Mas agora tornar esta obra uma série anual é dose, deixa qualquer farmacêutico apreensivo com a quantidade de receitas a aviar de rivotril e outros medicamentos. Sem dizer que, além das intrigas, dos amassos, brigas, festas regadas a muita bebida, os participantes são muitas vezes chamados de nossos heróis. Menino ou menina isto não é pegadinha, é muita expiação, manera ai. Providencie um ou vários blecautes de energia, ou então, nos presenteie com outro insghit de criatividade 
Bem, lembrei de um ponto que tinha deixado para trás, era com relação a discriminação. Poxa vida, isto é um ato torpe... Mesmo sendo um país que se diz cristão, democrático e tudo mais. Aqui a discriminação corre solta.  E o pior, não tem muita opção de onde procurar abrigo. Pois, na política se você é contra as idéias dos homens da situação, você está fadado a falência e a perseguição, moral da história, morre de fome.
Se você prática uma religião que não seja a católica, você vai para o inferno, se não for evangélico não é irmão, então é inimigo, e tome oração para combater os inimigos, se for espírita, você é louco, toma rivotril, vê coisas onde não têm, e se for de religião ligada às tradições africanas não é bom nem imaginar como eles te chamam e tratam.
O bicho pega, se você for daqueles de orientação sexual diferente, dizem diferente para aquilo que muitos tem vontade de fazer, mas não fazem, então batizam de diferente.
Imagine um bissexual, este é até muito aceito. O que tem de errado brincar de médico em exames íntimos com o Zezinho e com a Mariazinha? Nada é anormal. Já que são coisas que são ocultas atrás dos velhos títulos da nobreza.
Agora, quando se diz que o Joãozinho gosta de outro Joãozinho, ou que a Mercê gosta de outra Mercê, menino e menina, o babado é forte. Há uma tendência, dizem as más línguas de maior aceitação das diferenças nos dia de hoje, mas o correto é que o mundo desaba na cabeça daqueles que ama seus iguais. Afinal, no campo sexual devemos ser atraídos pelo diferente. Nossa, tenho algumas histórias para te contar que só conto pessoalmente, sentado do seu lado na praça da paz universal. Ela existe mesmo ai não é?
Nossa, já escrevi, escrevi, reclamei muito e ainda falta muita coisa para falar e até agora nada de sinal de fumaça da sua nave, o sol aqui é bravo e já estou a horas te esperando.
 Vê se não demora, e não faz como os grandes homens sérios de nossa civilização, que quando querem praticar atos pecaminosos com os seus iguais, avisam aos seus pares diferentes que estão presos no trânsito. Cheguei a conclusão que os engarrafamentos é um ótimo álibi. Então! Viva a faixa simples, o sinal quebrado, a ausência de transporte público...e há mais carros nas ruas que não foram planejadas....viva, viva...
Senhor ou Senhora, quero falar antes de sua chegada da justiça que colocaste em nosso pedaço de terra, tão bem cuidado desde a chegada da tropa portuguesa. Mas tenho certo receio de não dar tempo e me distrair e ficar escrevendo como Castro Alves, pois assunto têm, e não ouvir a chegada de sua nave e perder a oportunidade única de sair daqui.
 Deixo claro que não importo para onde estará me levando, contando que me tire daqui, já está de bom tamanho.
 Mas para não deixar passar em branco, solto a frase para que o senhor ou senhora reflitam. Para com a justiça, fizeram uma grande sacanagem de início, deram como símbolo uma mulher sentada, com os olhos vendados e em uma das mãos a balança. Até ai tudo bem, tudo ótimo. Foi difícil de entender no período da alfabetização, mas depois da minha primeira pós ficou fácil, fácil.
Agora correto é que a justiça não é só cega, como ilustra a famosa deusa escolhida, pelo jeito com o passar dos tempos e o aprimoramento do ordenamento do modo de pensar dos pós-graduados ela tenha se tornado é tetraplégica. Imagina cega, surda, muda, não anda, não mexe os braços enfim, não resolve nada. Ela é a senhora das exceções, vez ou outra, para alguns poucos escolhidos dá sinal de vida.
Mas nem tudo está perdido tem um ponto que se salva, já que estamos chegando há mais um carnaval e com o carnaval o país é abençoado pelo criador ou pela criadora, os integrantes da justiça já estão fantasiados com suas túnicas pretas, que só de olhar dá medo, e ainda complementam a fantasia, com óculos com potentes lentes, barrigas estratosféricas e ainda ressuscitam uma língua morta.
Ave, ainda tinha de falar do impostômetro que tem aqui, do sagrado matrimônio, dos programas de domingo da TV (neste ponto sacanearam muito com o planeta).  Mas sabe, como todo bão humano daqui, vou fazer como muitos fazem, e vou cantar.... “não adianta tentar... não adianta falar... não adianta nada, pois aqui eu vou ficar.... Senhor e Senhora, é só a música, lembre-se , já estou de malas prontas.
Nossa!! Vi sinais de fumaça devo deixar alguns aplicativos das minhas redes sociais, nossa quanta dúvida. Será qual o que levo?
   Não resolvi ainda, mas desejo a todos que ficam uma ótima estada e lembre-se dos caminhos que levam ao criador ou criadora, nele estão a ética, a prudência, a verdade, o companheirismo e o amor. Se achar que é muito para você, não ligue, disque 0800 você será atendido e bem orientado em alguns milhares de segundos, aproveitem as músicas que são de muito bom gosto.
 Este é um texto de ficção, qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência. Se alguém se sentir ofendido pelas observações postadas, ou quiser efetuar uma critica  click no “Link” Fale Conosco – escreva seu próprio artigo.
Abraços, nos encontramos depois ou nunca.  
José Eduardo Gomides, 29 de janeiro de 2010, sábado a tarde, com um ânimo danado para escrever alguns pontos da tese de doutorado. Então esta ficção que é dedicada a todos os homosapiensolcadianos do planeta.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Nada melhor que o Brasil

Eita País bão só.

Não existe no mundo um paraíso mior que este.......e o oasis é capitar federal....nossa se pego uma boquinha desssaaa.

Vota povo, vota....
Estuda povim......

Brasil mostra a sua cara.....Que Deus te proteja velho Casusa,,,

Mas quero a minha pensão, ah...isto eu quero...

sábado, 22 de janeiro de 2011

Cuidado. Impróprio para menores de 18 anos

Um papo com Magal
Impróprio para menores de 18 anos.

Era uma sexta feira final de tarde, estava cansado e descendo as escadarias da Universidade onde tinha ido entregar na Biblioteca uma dúzia de livros que havia retirado para ajudar na pesquisa do Doutorado. Entreguei os livros e percebi que não tinha aproveitado quase nada para composição do trabalho, mas anotei o nome de todos os autores, como manda o figurino acadêmico, para lançar como obras pesquisadas na parte de Bibliografia Geral.
 É interessante, como são as coisas, mal passei os olhos nos livros, abri uma ou outra página e agora vou lançá-los na tal bibliografia geral, pois aprendi que,  o que conta é o número de citações que você faz, afinal poucas são as pessoas que vão ler mesmo. Confesso, estava meio triste com o trabalho, com a vida, preocupado com as contas, sonhos não realizados e muito mais.
No final da escadaria havia uma mesa com diversos panfletos promocionais e de divulgação de livros, seminários, palestras, congressos e havia um com promoções de viagens para as férias de verão, que já se aproximava. Peguei sem nenhuma pretensão, desci mais dois degraus e encontrei Magal. 
Uma pessoa impar, sentada no segundo degrau da grande escadaria do suntuoso prédio da Universidade, com as pernas cruzadas e reclinada sobre o terceiro degrau, com um olhar longe, e no seu semblante pude perceber certa angústia.
Como já havia cruzado com ela vagando várias vezes pelo pátio da Universidade,  cumprimentei.
- Ola, boa tarde! Contemplando o final de tarde e pensando no que fazer neste final de semana? Perguntei assim, de modo despretensioso, esperando receber um simples “sim” como resposta. E sendo assim, poderia me dirigir até o meu carro ir para casa, pois havia sido educado e pronto.
No lugar do simples “sim” esperado, ouvi um pedido. 
- O senhor pode sentar aqui um pouco?
- Claro, respondi com um leve e sem jeito sorriso no rosto. Procurei um jeito de ajeitar a bolsa, alguns livros que levava e me sentei no terceiro degrau. E perguntei;
- E ai? O que deseja? Como posso  ajudar?
Em nada, respondeu com a voz amargurada.  Estou querendo desabafar um pouco, pode ouvir?
Respondi mais sem jeito ainda que sim. E perguntei sobre o que queria falar.
Com uma pergunta direta, ela começou, aqui é uma universidade não é?
 Respondi afirmativamente com a cabeça.
 O que tanto vocês fazem ai? Outra pergunta direta e seca saiu de seus lábios carnudos e vermelhos.
Não respondi de pronto, precisava formular uma resposta a altura. Afinal, ali era uma Universidade, casa de formadores de opiniões, cientistas, etc...fiquei pensando em tantos adjetivos que demorei um pouco para responder.
 Olhei diretamente para ela, que fazia uma leitura detalhada do meu corpo e percebeu que fiquei sem jeito.
De forma direta e bem elaborada respondi o que fazíamos ali.
Ela olhou, riu, virou o rosto para outro lado e perguntou novamente só isto?
 Acredito que fiquei vermelho, e sem jeito mudei a maneira como estava sentado, buscando uma posição mais confortável, afinal já estava com um desconforto e tanto com  as perguntas de Magal.
 Disse em tom mais sério. Você acha só? Buscar o saber, o conhecimento, formar pensadores, cientistas, profissionais que irão ocupar cargos públicos de grande importância? Você me diz só?
Bem, respondeu ela, descruzando e cruzando novamente as pernas e ajeitando a pequena saia jeans que vestia. Esperava mais. Pois não vejo nada disso acontecendo.
Como assim, perguntei? Nada acontecendo?
 Você me disse que uma universidade forma pensadores, até ai tudo bem, pois transei com um cara daí na semana passada, no final do corredor da Biblioteca, ele me dizia ofegante, ah! O livro de Kant não, meu Deus a coleção de Marx vai cair, meio perdida, não via nenhum destes caras por ali, então deduzi que deveriam ser os pensadores.
Você me disse que formam profissionais que irão ocupar cargos públicos?
É Verdade, afirmei com voz firme.
  Este é o meu problema, disse ela. Terei que procurar um nicho de mercado para trabalhar. Olhei espantando e perguntei. Procurar outro nicho para trabalhar? Por quê?
Nem só de idéias vive o corpo Doutor, disse ela, com um sorriso safado no rosto.
Estourou uma bola de chichlet e perguntou! O Romário fez universidade?
 O Tiririca cursou qual universidade?
  Vamos deixar este papo para lá. Estou triste Doutor, falou com a voz mais melancólica e assumiu um jeito sério.
 Vim para a capital a procura de trabalho, um jeito de ganhar a vida, poder comprar as minhas coisas sem ficar dependendo da boa vontade dos outros.
 Onde morava não tinha muitas condições de trabalho.  Lá não tem grandes empresas, ou se abre um salão de beleza, uma lojinha de 1,99, uma loja de roupas, ou arruma um casamento,  coisas assim, ou se ganha a vida abrindo um puteiro.
Perguntei você não se enquadrou em nenhum destes perfis? Passou-me um mal estar por usar uma linguagem de pós-graduação, mas deixei a pergunta da forma original.
 Ela me olhou friamente e disse, enquadrar, até acho que me enquadraria, poderia abrir um salão de beleza.
 Perguntei com um leve sorriso por que não abriu? Magal respondeu tão naturalmente, que meus livros caíram sobre os degraus. Não deu tempo Doutor, antes de ajuntar o dinheiro, ou achar uma sócia e me perdi. 
Sem entender a resposta, perguntei como assim se perdeu?
Na minha cidade é assim, moça quando não é mais virgem não arruma mais casamento. Entendeu?
 Eu perguntei o que têm haver uma coisa a ver com a outra?
  Com um sotaque meio escondido do nordeste, ela riu, e disse deixa para lá.
 Então eu  fui convidada para sair de casa, o meu pai fez o convite. Resolvi tentar a sorte aqui em Brasília. Cheguei com um pé na frente e outro atrás, tinha um pouco do dinheiro que ganhei do vereador Belém, procurei uma pensão e hoje moro com mais duas amigas em um espaço aqui no Plano. Odeio falar Kit, acho mais interessante Loft.
Disse que bom que encontrou apoio no Vereador Belém que lhe deu o dinheiro para o seu recomeço.
 Bom que nada, respondeu ela, por tudo que fazia para ele, era para ser muito mais.
Disse ela, com um tom de raiva e magoa.
Era rico comerciante, fazendeiro, já tinha sido prefeito e na época era vereador pela 3ª. Vez.  Ele poderia ter me dado mais, muito mais.
Por que, perguntei, por quanto tempo trabalhou para ele? Trabalhou na prefeitura ou em uma das lojas que ele tinha?  Perguntei intrigado.
Nada disso, prestava serviço “prestacional pessoal”, você sabe como é?
Intrigado com o novo termo, que alçava do meu universo acadêmico, me senti sem jeito e perguntei o que significava o tal serviço “ prestacional pessoal”.
Na bucha, direto e na lata Magal olhou e respondeu. Eu fazia tudo o que velho queria na cama.
 Quando eu tinha  12 anos, ele foi até a casa de meus pais pedir voto e o meu pai reuniu os 13 filhos na sala para ouvir o Coronel Belém. E neste dia, ele me olhava com um jeito de que queria fazer bobagens comigo.
Bobagens, perguntei? De que tipo?
 Bobagens como as  que meu pai fazia com a minha mãe toda sexta feira no quarto a noite, e a gente via do buraco da janela.
 E como as que eu vi o padre fazendo com a minha irmã Terezinha dentro da casinha da escola.
 Daí em diante, passei a querer fazer bobagens, e comecei com o Tião, um homem que trabalhou na fazenda do lado da casa onde morava. Nem um dedo de prosa tinha com ele, mas chegava e fazia a bobagem e ia para casa.
Depois da vista de Dr. Belém, certo dia, no caminho da escola estava sozinha quando ele parou sua camionete e ofereceu uma carona. Já ia pulando na carroceria, e ele gritou ai não, moça bonita vem aqui no banco da frente.
Sentei no banco, coloquei os cadernos sujos sobre o colo, ajeitei a saia e a blusa e me senti uma rainha. Ele começou a andar devagar e foi colocando suas mãos em meu corpo e prometendo um monte de coisas, me deu dinheiro para o lanche e pediu para que pegasse no seu ... indicando com a mão o local desejado.
Eu perguntei o seu? Que local?
 Magal sem mudar de posição e alterar a expressão do seu rosto colocou sua mão sobre o meu pênis e disse, é  ai.
Neste momento já não sabia onde estava a bolsa de tão assustando que estava. E assustado, sem jeito, ouvi ainda ela falar, tem promessa de bom tamanho.
Mudando de posição e me afastando do contato das mãos de Magal, perguntei o que ela tinha feito diante de um absurdo pedido como este. E na simplicidade, que é sua característica, respondeu que colocou a mão e ficou massageando durante todo o trajeto até a escola.
 Pois já sabia que era parte das bobagens que mãe e o seu pai faziam, que o padre fazia com sua irmã e que ela também fazia com o Tião.
E assim, ela continuou a relatar.
 Fui crescendo, trabalhando em casa para ajudar meus pais, olhava meus irmãos mais novos. Ia todos os dias na escola municipal, quase sempre ganhava carona do Sr. Belém, e todos me diziam que eu tinha muita sorte, não ir a pé e sob o sol escaldante  e  nas quintas feiras ia ver o Tião.
Sabe, tudo ia bem, até completar 17 anos, passei com êxito em todas as disciplinas de todas as séries do ensino fundamental e médio.
 Eu disse por que tudo ia bem? O que aconteceu?
 Ai, minha irmã arrumou um filho do padre e meu pai a colocou para fora de casa, ficou falada, o padre foi embora,  foi um escândalo na cidade. E o Dr. Belém ficou doente, não podia mais dirigir e nem fazer bagunça, pois nada fazia o bicho subir.
A Terezinha foi para a casa de nossa avó, e por lá teve o filho. Deu o nome de Divino Aparecido. E esta por lá até hoje. Moça velha e sem futuro. Costura para fora e faz bolos e biscoitos.
Eu peguei as minhas coisas coloquei na sacola e resolvi sair de casa. Na saída, indo para o ponto do ônibus passei frente à escola que por muitos anos freqüentei e lembrei os dias felizes que ali tinha vivido.
 Lembrei do Padre e suas provas difíceis de fazer, mas sempre tirava 10, pois eu o tinha pegado fazendo bagunça com a minha irmã na casinha da escola.
 Foi como um filme ver a professora de Português, andar para um lado a outro da sala com seu incansável ditado, que valia nota. Era a mulher do Sr. Belém, e com a ajuda dele, que refazia meu ditado em casa antes que ela o corrigisse, também passava somente com a nota máxima.
Fechei os olhos e entrei no ônibus, e chegando aqui, fui procurar emprego em diversos lugares, mas não tinha muita experiência, sabia somente ser babá. Mas para os cargos existentes precisava de experiência em carteira, e eu não tinha.
 Um dia, na porta da pensão, um Senhor jeitoso, estava em pé, com as mãos no bolso, me olhou e encarou. E ai lembrei-me do Tião e me deu uma saudade danada, mas não podia ser boba como a minha irmã Terezinha, tinha que ganhar uns trocados aqui. E a cara do homem indicava que tinha dinheiro. E o dinheiro que eu tinha em caixa já estava quase em seu final. E o encarei, olhei fixamente para ele, mexi a língua e fugi com o olhar, tinha aprendido isto em um filme que havia assistido no vídeo na casa do Sr. Belém, quando sua esposa ficou um tempo fora. Este foi o golpe final.
Fizemos a bagunça, custou a concluir, suei frio para fazer o bicho comer.
 Nessa hora lembrava do Tião, não tinha meio termo. Era pegar, subir, entrar, mexer e sair. Mas ficamos assim, bagunçando alguns dias da semana. Ele também era novo em Brasília, não tinha família então fazíamos companhia um ao outro.
O melhor foi que aprendi que os homens têm uma mania estranha, colocam as mãos no bolso e ficando mexendo. Aprendi que, pode ser que têm dinheiro e estão procurando, ou está ajeitando o primoroso babão para o lado para fazer a devida propaganda.
 Interrompi o relato tranqüilo e sem meios termos de Magal e indaguei sobre o primoroso babão, o que seria?
Ela novamente me fitou com um olhar de quem viu Exu na encruzilhada, se levantou, eu também a acompanhei e me coloquei de pé, ela se aproximou de mim colocou sua dentro da minha calça pegou no meu pênis e colocou para o lado, e me disse baixinho,,,ai esta o babão.
Assustado, achando que todos na Universidade estavam vendo aquela cena tremia muito e sem jeito retirei sua mão e disse. Bem, você já está bem melhor, deste o momento que a vi, onde sentia certa tristeza no seu olhar, agora preciso ir embora.
 Mas antes, quero te dizer uma coisa Magal, por que não volta a estudar fazer uma faculdade, um curso de inglês... Assim terá um futuro melhor.
Direta como sempre, olhou secamente para mim e disse, sou do interior, mas não sou burra, estudar para que?
Fazer faculdade particular é o mesmo que brincar de estudar, no final você está comprando um diploma e aprendendo quase nada. E o que sei já é  o bastante.
 Se você falar para estudar na Universidade pública eu te respondo que não tenho condições de ingresso, considerando as maneiras que usei para cursar e terminar o ensino médio.
 E riu, com um ar de deboche... Lembra do Romário, do Tiririca, do Lula e de muitos outros...
 Aqui é a terra das grandes oportunidades e das grandes licitações, preciso apenas encontrar outro Dr. Belém, que por aqui há muitos.
Ela virou as costas e foi andando rumo ao portão.
 De pé estava e comecei a procurar a bolsa, os livros que tinha perdido durantes as incursões da mão de Magal.
 Parado como um poste pensei em tudo que Magal tinha dito;  olhei para os livros, pensei comigo, será que vale a pena uma vida como a dela ou como a minha?
 Sem obter as respostas, me peguei com uma das mãos no bolso. Procurando dinheiro? Isto não, pois estava na carteira dentro da bolsa, então procurando estava o primoroso babão, que jaz falecido estava.
 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O Brasil que eu queria

Acredito que como muitos milhões de brasileiros este não é o Brasil que sonhamos em viver.
Um país adormecido em um estrado duro e cheio de corrupções e mentiras. Como ensinar aos nossos filhos valores e bons modos, se nos faltam bons exemplos. Há bons exemplos a serem seguidos mas não são noticiados na mídia, não vedem revistas de fofocas e nem são convidados para os programas de entrevistas de nossas emissoras de Televisão.
Sentamos pasmados diante da Tv e ouvimos um noticiário que se repete há décadas, há seca em vários municípios, enchentes em outros tantos, milhares já estão desabrigados, mortos e feridos. Ouvimos novamente o aumento imoral dos salários dos deputados e senadores, agora até o salário da Presidente subiu mais que qualquer outro índice que um economista consiga explicar para os pais de família que vivem com um salário mínimo de 540 reais.
Apreciei e tomo partido no convite feito por um cidadão hoje aos deputados e senadores, que eles passem um mês com 540 reais.
O Brasil é uma festa, um país que não pode ser levado muito a sério já disse certa vez um importante estadista. O duro, é ter que concordar com ele. Este país é uma piada, um circo de horrores, com uns poucos camarotes e uma imensidão de arquibancadas para os esquecidos pagadores de impostos.
Chegamos ao marco do desenvolvimento tão falado, estamos na era pós-industrial, mas assistimos em silêncio a morte e a subita partida de nosso país de pessoas com ampla capacidade de fazer a diferença. Grandes nomes das artes, educação, ciência  e outras estão indo embora. Por que?
Informatizamos tudo,  e há sites para tudo, mas quando precisamos ser ouvidos nenhum funciona. Eu mesmo, já encaminhei muitos emails para sites das nossas instituições principalmente as públicas, solicitando e denunciando informações e até hoje poucas (para ser mais preciso, apenas 2 instituições responderam). Então pergunto, para que tanta informatização?
Vamos lá Gigante adormecido sediar a copa do mundo e as olimpiadas, estamos mais que preparados, pois temos um ótimo sistema de transporte, a segurança pública ainda não ganhou um Oscar de desempenho por problemas de inveja com a área da Saúde Pública, outra forte concorrente.
Vamos ver acontecer neste periodo de preparação para estes dois grandes eventos uma nova enchente de novos endinheirados, que irão lucrar nos processos de licitação das obras necessárias. E vamos continuar a ver a Justiça de olhos fechados para tudo.
Engraçado o simbolo da Justiça uma Deusa com os olhos tampados, podem até impedi-la de ver o que acontece de errado neste pais, mas acredito que não seja surda aos clamores de milhões de brasileiros que clamam por justiça, respeito e acima de tudo, esperam que esta colcha de retalhos tão mal consturada que é o nosso sistema jurídico funcione para todos, brancos e negros, ricos e pobres. E não como há séculos acontece,,,,,...... temos um pais de eleitos....
Ah! Brasil  muitos já disseram que é tão bom de viver, pois não temos terremotos e outras catastrofes que Deus é brasileiro. Acredito que Deus nos abençou muito com nossas riquezas e com o nosso povo e não permititu grandes catastrofes naturais, apenas se esqueceu  das grandes catastrofes eleitorais.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Partido do Saco Cheio...e coisas do Joaozinho

Partido do Saco Cheio e da Revolta Absoluta


Vale a pena ler, é um pouco extenso, mas é o retrato fiel dos nossos dias.

Trechos das entrevistas de Joãozinho e Mariazinha depois uma dose de gim duplo e uma boa cheirada.

Vamos abordar nesta entrevista, diversos tópicos, imitando um pinga fogo.

Joãozinho... pinga fogo,,,,tudo junto, pensei que primeiro vinha a  pinga e depois fogo,,,nossa,,,ficou  bom

Vamos para primeira abordagem cujo  tema é  Política  e Poderes Públicos.

O que vocês acham de nosso sistema Político e a da distribuição dos poderes?

Joãozinho – bem, é parecido com a casa da luz vermelha, que tinha perto de onde nasci..

Tinha um entra e sai de gente o dia todo. Entravam assim, com a cara feia, e depois saiam até com as calças abertas e rindo a toa.

 Minha avô dizia, que era proibido ir até lá,,,era coisa do Demo. Deve ser igual este sistema político.

Há!  lá dentro tinha uma distribuição dos poderes, havia uma classificação:  tipo de material de 1ª. De 2ª. De 3ª. E também aqueles materiais  de qualidade duvidosa, mas estavam lá há tanto tempo,,,, que para chegar ao de 1ª. Qualidade tinha antes que passar por este material.

. Perguntou o Professor de História, com aquela cara de cansado, frustrado e fudido por não ter sido eleito no último pleito para o Joãozinho. Você tem perguntas para fazer sobre coisas que ainda não entendeu sobre o nosso programa político

Joãozinho. Tenho sim...

Quero entender para que serve o STF? - me falaram que é a casa maior, de guardiães da constituição do país.
 Então, o que está mal escrita constituição fez ou não fez, que precisa de um monte de gente, que ganha um monte de grana, para ficar lendo e interpretando seus artigos?

Quero saber então quem escreveu esta tal constituição?

Na minha outra escola, a professora disse que a língua pátria é muito complexa e um texto pode gerar dúvidas na leitura e interpretação, se não usarmos o correto português...

Eu perguntei então, cadê o viado desde português?

E ela me mandou para casa com 3 dias de suspensão.

Cheguei em casa, contei o fato, apanhei feito um doido e fui para o quarto.

A raiva do tal português aumentou ainda mais e fiquei sem saber até hoje por que há o tal STF.

Minha tia me falou que é um guarda-roupa de emprego, um monte de gente que ganha muito e não faz nada a não ser analisar a Tal constituição.
Esta constituição deve ser um buraco negro ou uma colcha de retalhos dos partidos dominantes desabafou a minha tinha solteirona, que morou na capital....ficou por lá uns temos, não se casou e voltou para cá.

Eu acho que minha tia tem a periquita enlouquecida para voar ou achar um tronco, pois no sábado quando voltávamos para casa, passamos na calçada da casa da luz vermelha, que é um casarão com as janelas todas voltadas para a calçada,escutamos coisas, e minha tia ficou louca, igual a cadela que a minha avô tem, que fica louca de vez em quando, falam que está no cio. Acho que todo sábado minha tia entra neste tal cio.

,,,e vamos pela calçada em silencio.....ouvimos,, sussurros, gemidos, gritinhos,frases como “coloca tudo é meu mesmo”,“joga tudo no meu peito eu agüento”, nossa é quentinho,,,,,hum, ai,,,,,,,,,gozei...
Essa travessia dura quase meia hora,,, e vendo que a tia se contorce toda, transpira de baixo dos braços e anda com passinho miudinho,,,relando uma coxa na outra...as mãos frias ficam loucas passando pelos cabelos, pelos bolsos do vestido, pelas ancas e arrancam ufas e mais ufas da minha tia....

Ei professor é Verdade, o que minha tia diz? 

Quero ir para lá, como faço?
Com que falo?

Alguns Livros Interessantes

LIVROS
O segredo - Rhonda Byrne
Neste livro, você aprenderá como usar o Segredo em cada aspecto da sua vida - dinheiro, saúde, relacionamentos, felicidade, e em cada interação que você tem no mundo. Você começará a entender o poder oculto e inexplarado dentro de você e esta revelação pode lhe trazer muita alegria em cada aspecto de sua vida.

"Mensageiros do Amanhecer" - Barbara Marciniak
Este livro transmite a Sabedoria dos Pleiadianos, seres iluminados cujas mensagens a Terra ajudam a alcançar um novo estado de consciência. Estes ensinamentos oferecem a leitura essencial para quem questiona sua existência.


Acordando em Tempo

Trata-se
de uma releitura da obra clássica de Peter Russell, O Buraco Branco no Tempo, completamente reescrito e com uma nova percepção.
Neste novo livro, Peter Russell demonstra vigorosamente a necessidade de um renascimento espiritual face aos riscos das mudanças em constante aceleração. Aqui se tem uma visão extraordinária para o novo milênio, uma visão que integra a natureza evolutiva da civilização com a busca incessante da humanidade pela harmonia e paz interior.
Peter Russell é fellow do Institute of Noetic Sciences, da World Business Academy e membro honorário do Club of Budapest.
O cavaleiro preso na armadura
Uma fábula para quem busca a Trilha da Verdade. O mais valente cavaleiro do reino. Um homem pronto para qualquer batalha, sempre disposto a defender sua honra, resgatar uma donzela em perigo e ajudar quem fosse preciso. Sua armadura, lustrosa e imponente, era a única imagem que todos enxergavam no cavaleiro, até mesmo sua mulher e filho. O cavaleiro preso na armadura narra a dificuldade que muitas vezes temos em nos mostrar exatamente como somos, em baixar nossas armas e revelar nosso rosto. O homem desta fábula, em virtude de sua eterna prontidão, acaba se distanciando das pessoas que ama e perdendo sua verdadeira identidade. Quando percebe que não mais consegue se desvencilhar da armadura, o cavaleiro parte em busca de seu eu esquecido no tempo, perdido nas guerras e na frieza dos sentimentos. Percorrendo a Trilha da Verdade, ele segue rumo ao autoconhecimento, buscando sua verdadeira face há tempos escondida pelo elmo, e reencontrando o sentimento que havia guardado na armadura por toda a vida. Uma fábula atual, que fala diretamente a todos que se sentem presos aos compromissos e responsabilidades do mundo moderno, esquecendo aqueles que amam e deixando de lado seus verdadeiros desejos.

"O poder do agora" - Eckhart Tolle
Nós passamos a maior parte de nossas vidas pensando no passado e fazendo planos para o futuro. Ignoramos ou negamos o presente e adiamos nossas conquistas para algum dia distante, quando conseguiremos tudo o que desejamos e seremos, finalmente, felizes. Mas, se queremos realmente mudar nossas vidas, precisamos começar neste momento. Essa é mensagem simples, mas transformadora de Eckhart Tolle: viver no Agora é o melhor caminho para a felicidade e a iluminação. Combinando conceitos do cristianismo, do budismo, do hinduísmo, do taoísmo e de outras tradições espirituais, Tolle elaborou um guia de grande eficiência para a descoberta do nosso potencial interior. Este livro é um manual prático que nos ensina a tomar consciência dos pensamentos e emoções que nos impedem de vivenciar plenamente a alegria e a paz que estão dentro de nós mesmos.

"A paz é o caminho" - Deepak Chopra
Como promover a paz para nós mesmos e para o mundo que nos cerca? Essa é a questão mais importante que a humanidade enfrenta, principalmente diante de tanta violência. Foi para ajudar a respondê-la que Deepak Chopra escreveu A paz é o caminho. Pare de reagir em função da raiva e aposte na paz. Só assim qualquer possibilidade de conflito não terá nem chance de começar. Esta é a primeira regra de um programa de sete passos que tem por objetivo indicar o caminho para quem busca uma profunda transformação pessoal. E para quem precisa descobrir o quanto antes que merece consideração e o amor dos outros.Segundo Chopra "o próximo estágio da humanidade será guiado pela força deste amor".

"Gente que mora dentro da gente" - Patricia Gebrim
Eu Criança, Eu inferior, Eu mascarado, Eu superior, Eu observador. Imagine agora que existam muitos "EUS", todos eles morando nesse mesmo espaço, aí dentro de você, agora mesmo. E mais! Imagine que esses "EUS" não conheçam uns aos outros, que tenham opiniões diferentes sobre suas escolhas de vida e que cada um queira determinar o caminho que você deve tomar. Dá para imaginar a confusão?

"A Lei do Triunfo" - Napoleon Hill
Apresentando ao mundo essa nova filosofia da Lei do Triunfo, os editores pedem permissão para escrever algumas palavras de justificado orgulho pelo bem que esses livros vêm causando. Ë sempre útil para novos leitores, tirar estímulos e inspirações do que outros realizaram, e conhecer as causas e progressos que fizeram história no desenvolver de qualquer grande movimento que se empenha no aperfeiçoamento dos homens e mulheres da atual geração.

"O Livro das Virtudes" - William J. Bennett
Antologia de textos de vários autores que personificam a disciplina, a compaixão, a responsabilidade, a amizade, o trabalho, a coragem, a perseverança, a honestidade, a lealdade e a fé -- ou seja, as dez virtudes consideradas pelo autor essenciais para a formação do caráter dos jovens. A rigorosa seleção inclui textos da Bíblia, de Shakespeare, Grimm, Wilde, e outros autores consagrados. A edição brasileira reúne alguns autores nacionais e portugueses, como Camões, Eça, Machado e Cecília Meirelles, dentre outros.

"O Pequeno Príncipe" - Antoine de Saint-Exupery
Em narrativa poética, o autor vai elaborando sua visão de mundo e mergulha no próprio inconsciente, reencontrando a criança de cada um de nós.

"O Monge e o Executivo" - James C. Hunter
Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos. Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes. O Monge e o Executivo é, sobretudo, uma lição sobre como se tornar uma pessoa melhor.

"Ninguém Tropeça em Montanha" - Harry Tadashi Kadomoto - Editora Gente
No mundo em que vivemos, não é necessário ser vidente para saber que temos problemas de sobra. Afinal, quem não os tem? Contas e mais contas para pagar, problemas de saúde, sonhos não concretizados, problemas profissionais, solidão, medo da violência urbana. Mas é isto também que torna a vida bela pelo grande desafio que ela nos coloca. Quantos de nós não passamos por esses problemas e sobrevivemos? Porém, o que é importante, um dos assuntos tratado no livro, é que se desenvolva a consciência de que estas crises ou problemas têm muito a nos ensinar. Qual é o aprendizado que estamos tirando destas crises? NINGUÉM TROPEÇA EM MONTANHA! O que nos faz tropeçar e cair são as pequenas coisas que na verdade acabamos descuidando. Detalhes, porém, que fazem uma tremenda diferença. Por exemplo, saber que o importante é manter o foco no seu sonho, não no problema, e estabelecer uma meta clara de vida.
"Conto de fadas para adultos" - Sue e Allen Gallehuhg - Editora Best Seller.
Ao mesmo tempo em que você, por poucos instantes volta a ser criança e lembra-se das histórias que ouvia, você tem em mãos um livro que apresenta padrões de comportamentos e traços de personalidade de uma maneira divertida fazendo-nos refletir sobre nossos próprios comportamentos e a nos conhecermos melhor e assim nos auxiliando a desenvolver a auto-estima, dizer não, perdoar, estabelecer metas e...Leia, divirta-se e cresça....

"O Segredo das crianças felizes". - Steve Biddulph - Editora Fundamento.
O que você esperaria de um livro que começa assim: "Você hipnotiza sua criança todo santo dia. Podia, pelo menos, fazer isso direito!" É isso mesmo. Esse livro nos confronta conosco e nossa forma de educar (ou o que entendemos por educação) ao mesmo tempo em que nos mostra as crenças que herdamos da nossa criação (os famosos "presuntos").Recomendo para aqueles que se dispõe a refletir sobre a sua forma de educar e, que não temem confrontar-se com os "presuntos" herdados de nossos pais.

Mais Filmes

Filmes Interessantes

Relação de Filmes

Fonte: Filmes para ver e aprender – Qualitymark- Coordenação: Áurea Castilho



Temas
Filmes
Outros Filmes
Mudança e Cultura
Um violinista no Telhado
Perfume de Mulher –
Sociedade dos Poetas Mortos
Rapa Nui
Construção de Objetivos Comuns
Spartacus
Jamaica Abaixo de Zero
Coração Valente
O Resgate do Soldado Ryan
A tormenta
D2 – Somos todos campeões
Valores e Ética
Central do Brasil
O Advogado do Diabo
Sombras da Lei
Poder, Liderança e Processo Decisório.
Apollo 13
Doze Homens e uma Sentença
Maré Vermelha
Lancellot
O planeta dos macacos
O Gladiador
O Senhor dos Anéis
Lanternas Vermelhas
Ligações Perigosas
O Sucesso a qualquer preço
O Diabo veste Prada
O Rei Leão
A Fuga das Galinhas

Autodesenvolvimento, Maestria Pessoal e Sentido de Vida
Shirley Valentine
O Oitavo Dia
Chorus Line
Forest Gump
O Feitiço do Tempo
O Feitiço das Estrelas
Sete Anos no Tibet
2001 uma Odisséia no Espaço
Um Canto de Esperança
Uma Equipe Muito Especial
Flores de Aço
Cidade da Esperança

Fenômenos de Grupo
O Senhor das Moscas
A Guerra dos Botões
Sonhos
Ensaio de Orquestra
Eu sou o Senhor do Castelo
Fernão Capelo Gaivota
Colcha de Retalhos
O Bebê de Rosemary
Sonho de Liberdade
Psicose

domingo, 16 de janeiro de 2011

Me contaram....(e sob promessa conto o caso, mas não conto o santo)

Uma amiga me contou depois de longos anos de amizade, um grande tormento de sua juventude.
Sentados em um bar, ela já com uma nas cabeças, resolveu soltar a telenovela mexicana.
Segundo ela, quando jovem tinha nojo dos homens, pois seus irmãos ficavam em casa na sala de tv ou em qualquer outro lugar fazendo  uma disputa de "Pum".
Também com um nas cabeças não entendi o objeto da disputa e perguntei. O que é Pum?
Ela ficou vermelha e me disse, depois um longo trago no copo de Cerveja, é o mesmo que " Fute".
Peguei o meu copo e entornei, pois naquela altura da noite já não tinha memória RAM para lembrar de pum e fute. E novamente tornei a peguntar o signficado de Fute.
Ela pegou a garrafa e virou boca abaixo, se ajeitou na cadeira, deu uma boa tragada e me disse, olhando para o horizonte. Que 'pum e fute" é o mesmo que "peido". Fechou a cara e tornou a beber.
Reativo pela lembrança, comecei a rir e perguntei a ela, o motivo do nojo. Se pum, fute e peido são nomes dados para uma reação do organismo do ser humano. Indaguei qual era o grande problema?
Não obtive resposta, observeu que ela apenas virou mais dois copos e ficou em silêncio.
Para quebrar o clima, busquei na memória já um pouco alcolizada, que há um tempo tinha lido uma reportagem sobre Flatulências (que é o mesmo que pum, fute, peido, gases) e comecei a contar a tal história. Disse que é um processo normal de TODOS OS SERES HUMANOS, e não há de errado. muitos tem o que alguns especialistas da área chamam  de descargas matinais de flatulências, outros tem durante o sono e asssim foi.
Pensando estar ajudando.... Ela olhou novamente para a garrafa de cerveja e entornou bico abaixo.
E me disse....todos os seres humanos têm,,,,eu sei, pois eu tenho,,, é bem baixinho,,,pequeno...
Só que um dia destes resolvi aceitar o convite de Eraldo, meu namorado, e fomos para um motel.
Tudo lindo, beijos, banheira, muito amor,,, e acabamos adormecendo, quando subitamente fui acordada por um estrondo que vinha do meu lado. Eraldo estava então soltando uma metralhadora de puns....fiquei enjoada e com nojo. Dei um soco nele para que ele mudasse de posição e outra rajada ainda maior foi disparada. Entrei em pânico, agora vou para o motel e não consigo mais dormir...rsrs
Ainda com alguns sinais de racionalidade na cabeça, disse a ela que a até a Rainha Elizabeth sentada em trono peida, como ela estava se segurando a muito para não deixar espacar suas emoções, caiu em um grande gargalhada e soltou um peido fenomenal.
Bem, moral da história, não importa o que você é. O que você têm, Onde você mora...todos somos iguais não é na Constituição e sim somos iguais nas rajadas de pum, futes, gases, peidos e flatulências.
Então é  hora de rever alguns valores  não acha?
OU você é um privilegiado que não peida, e lembrando todos os sons independentemente de nomenclatura são acompanhados de um cheiro característico...rsrs
Nesta noite, não sei como e quando chegamos em casa. Mas acordei de ressaca ao som da minha rajada de puns.......

sábado, 15 de janeiro de 2011

Um Idéia ...que tal pensar na viabilidade

Já que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo. As escolas formando cada vez mais profissionais desqualificados ( vejamos as notas do ENADE). E como vivemos no país das celebridades do big brother, dos campos de futebol e do ambiente político. Que tal, se estabelecessemos para os candidatos a representantes políticos (vereadores,prefeitos,deputados,senadores, governadores e presidente) um curso Básico de formação. Com disciplinas envolvendo Direito, Economia, Administração, Finanças, Meio Ambiente... ( Ética - acho que seria desnecessário,, uma vez que aqui temos em demasia.rrrss).. Depois do curso, os candidatos a representantes públicos deveriam fazer um Concurso Público ( mas sem maracutaia)...Seria uma idéia um tanto interessante.... também fixar o teto salarial em apenas cinco salários mininos,,, Será que teriámos candidatos..????????????????????????????

É o Brasil de todos nós....ufa

Eita
Mais um ano e tudo igual ao ano passado, as mesmas notícias tragicas, as chamadas para o Carnaval, mais um insuportável Big Brother.
De novo, uma mulher no poder. De velho, a mesma maneira de praticar a politica e a politicagem.
A indignação fica na cabeça de cada um.
Mas fazer o que? O Carnaval está chegando. Vamos lá.... Ver as musas fabricadas, aprimoradas por camadas e camadas de silicone. Não é necessário perguntar a estas musas quem fez suas fantasias e sim quem as fez ( Qual a Clinica?).
Vamos lá Brasil.....dormindo em um estrado eterno.